Artista! Atriz, cantora, dubladora, e até um pouco bailarina. ehehhehehe Enfim, só para dividir um pouquinho da minha vida...
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Famosos na estréia VIP de "A Familia Addams"



A estreia para VIPs de Família Addams foi um sucesso. Com Marisa Orth (48) e Daniel Boaventura (41) no elenco, grandes nomes do teatro e da televisão ficaram curiosos para conferir o musical nesta quarta-feira, 7, no Teatro Abril, em São Paulo. "Sou fã de Família Addams!" era frase recorrente na boca de atores como Diogo Vilela (54), Rachel Ripani (36) e Kiara Sasso (33) estrelas de musicais.
Acompanhada do namorado Carlos Martin (30), Mara Carvalho (47) contou que conhece a versão americana e estava ainda mais curiosa para ver a brasileira. "Já vi em Nova York e estou muito ansiosa para ver a nossa versão, com atores que são nossos amigos".
O galã Rodrigo Lombardi (35), que estreia a peça Dom Juan em São Paulo no dia 30 de março e foi direto do ensaio para o teatro, revelou que adoraria estrelar um musical "Morro de vontade, mas não tenho talento. Canto no chuveiro, mas não dá pra competir com esse pessoal, eles são muito bons!".
Já Caco Ciocler (40), que foi desacompanhado, estava doido para ver a Mãozinha, seu personagem preferido da família. "Eu adoro a Mãozinha! Quando eu era pequeno e via o seriado, ficava intrigado com ela.. me divertia muito!
Quem também deu uma pausa no trabalho foi Tiago Abravanel  (24), que em meio aos ensaios do musical Tim Maia - Vale Tudo, que estreia nesta sexta-feira, 9, foi conferir a peça e falou com a CARAS Online no intervalo. "Estou na primeira fileira rolando de rir! Venham assistir, é muito divertido!"
Também estavam presentes Fafá de Belém (55), Mauricio de Sousa (76), Cássio Scapin (45), Adriana Lessa (41), entre outras celebridades.
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"Problema é seu. continue grávida!" - Jeanie

O blog Parada Temporal escreveu sobre Kiara Sasso e sua personagem Jeanie no musical Hair acompanhe e aproveite para ir assistir.
 
 
 
 
 
Posso dizer que eu me apaixonei pela personagem de Jeanie? Ela é uma das que mais me encantam, divertida e única. Ela tem uma aura realmente boa, acredita para valer na paz e no amor, tem uma obsessão linda por Claude, tem algumas das melhores piadas da peça… e sua personalidade, sua maneira de passar a peça toda drogada… ela é realmente uma das minhas personagens preferidas!
 
Jeanie é a grávida da tribo… de certa maneira podemos dizer que ela está garantindo o futuro da família. Ninguém sabe quem é o pai, embora ela afirmar que gostaria que fosse do Claude (“Claude, eu queria tanto que esse filho fosse seu. Mas isso é impossível a gente ter certeza”). Ela é doce, carismática, incrível. Na temporada do Rio de Janeiro, Letícia Colin a interpretou (e pelo pouco que eu pude ver, ela estava ótima, como já era de se esperar), mas em São Paulo o papel ficou para Kiara Sasso (recém saída de sua temporada em Mamma Mia!).
 
Kiara Sasso (vou comentar sobre ela, porque tendo a assistido tenho mais conhecimento para comentar sobre sua interpretação do que de qualquer outra) estava ótima em seu papel. Ela pegou uma personagem que não é protagonista, mas garantiu seu destaque. Jeanie pode não ter tantas cenas assim, mas em todas as cenas ela conseguiu nos tirar gargalhadas, ou nos emocionar… com poucas cenas, consegue ser uma das personagens mais memoráveis de Hair.
 
A relação de Jeanie e Claude é realmente bonita. É mais do que óbvio que Claude não a ama como ela o ama (embora ela insista em afirmar que “o Claude me ama!”), mas ela tem ótimas cenas com ele – como a “conversa” entre os dois, e a pergunta de “por que você nunca me ligou?” (“Jeanie… você não tem telefone”). E, com certeza, ela é a personagem que mais o compreende, sacando logo o que ele pretendia limpando o quarto, e dizendo que o “amaria, independente de sua decisão”. Não tem como não se apaixonar por esse casal tão lindo e diferente (e é grandioso ver ao menos um beijo dos dois no segundo ato)… mas o amor é estranho…
 
A Sheila é louca pelo Berger… eu sou louca pelo Claude… o Claude tá louco pela Sheila
E pelo Berger… e o Berger é louco por todo mundo…
 
 
Algumas de suas boas piadas ficam para quando ela diz que está muito grávida para levar porrada da polícia hoje, e conta como levou uma bolsada no teatro, após ser descrita como “marginal grávida” (“Vovó, por que você acha que a erva é assassina?”). E claro, quando ela explica sobre a droga que sua amiga usou e diz que ela se arrepende de não ter experimentado, mas “não, eu cismei de ter esse filho aqui na Terra”. O fato de ela estar grávida e ter todo aquele jeito “maluco” dela só acrescenta mais à diversão da personagem…
 
Alô, vento de amônia
Olá, gás de plutônio
No ar, no ar
Pra respirar
 
 
Um dos ápices da personagem na peça está em Ar, seu único solo, mas ela faz o suficiente para se tornar uma grande cena. Aproveitando para fazer uma crítica à poluição (o momento em que mais vemos a face ambientalista dos hippies), ela nos proporciona uma cena bastante divertida (com Dionne e Crissy fazendo os vocais ao fundo, e dando um toque a mais à cena). E como não comentar seus conselhos para Crissy, de que ela deve se valorizar e achar alguém que a ame de verdade, “como Claude me ama”?
 
Essa é definitivamente uma das melhores personagens do musical! Quando você assistir, você vai sair do teatro apaixonado pela personagem, simplesmente incrível… e Kiara Sasso a interpretou com maestria (da mesma maneira como tenho certeza que Letícia Colin o fez). Duas grandes atrizes. Fica novamente o convite para o musical, de quinta a domingo no Teatro Frei Caneca, em São Paulo. Até mais!
 
 
 
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Entrevista Kiara Sasso sobre Hair de Möeller & Botelho (2012)

Kiara Sasso fala ao Site Möeller & Botelho sobre seu trabalho no musical HAIR, em cartaz em São Paulo em 2012, no qual ela diz estar adorando seu lado comediante. Vejam!!!


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Parte do Seu mundo

Que tal relembrar!

Com certeza todo mundo já sabe, mas se ainda não Kiara Sasso além de cantriz também é dubladora de vários sucessos Disney e uma delas é a personagem Ariel do filme "A Pequena Sereia".

Que tal conferir o vídeo com a linda voz dessa cantriz que consquistou o nosso teatro musical e as telonas com sua voz!!!

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[3x4] - Paula Capovilla, Kiara Sasso e Andrezza Massei

O 3x4 é um divertido jogo promovido pelo site Mr. Zieg, onde a cada mês são escolhidos 3 atores e/ou atrizes de Teatro Musical para responderem as mesmas 4 perguntas:

• Qual o hit do seu iPod?;
• Qual o último filme que te emocionou?;
• Você faltaria no trabalho para assistir o que?;
• Qual musical te define?;

Com as atrizes Paula Capovilla, Kiara Sasso e Andrezza Massei, diretamente dos bastidores do espetáculo Mamma Mia. Confira!

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Confira os bastidores do musical "Hair"

O universo hippie está de volta! Musical 'Hair' está em cartaz em São Paulo, no teatro do Shopping Frei Caneca. Saiba mais sobre as peças e confira os bastidores.


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Hair

É um musical apaixonante, que não envelheceu e já estabelece comunicação com o público logo nos primeiros minutos, quando o ator Fernando Rocha, o Berger da história, tira as calças, invade a platéia e pede dinheiro para algum espectador. Com canções poderosas, como a que abre o espetáculo, Aquarius (A Era de Aquário), trama envolvente, personagens carismáticos, figurinos coloridos e elenco tecnicamente irrepreensível, a mais recente montagem desse texto clássico contagia também por evocar temas que, de alguma forma, continuam presentes hoje, mesmo quase cinco décadas depois de a peça ter sido escrita. Em um mundo convulsionado por conflitos políticos e crises econômicas, o conceito de que vale a pena lutar por ideais de paz e liberdade ainda encontra ressonância na atualidade e sobreviveu praticamente incólume aos efeitos do tempo e às mudanças de hábitos e costumes. 

Espécie de símbolo da contracultura, o musical estreou modestamente em 1967 num pequeno teatro americano off-Broadway, ganhou notoriedade por sua irreverência e conteúdo antibelicista e fez pipocar várias montagens pelo mundo. Escrito por dois atores desempregados, Gerome Ragni e James Rado, também letristas da belíssima trilha sonora de autoria do compositor canadense Galt MacDermot, o espetáculo reunia hippies militantes protestando contra o recrutamento militar obrigatório e a Guerra do Vietnã. Pela primeira vez a Broadway estampava o nu no palco – é célebre a controversa cena final do primeiro ato, quando atores cabeludos despidos entoavam Where do I go. No Brasil, em 1969, em plena vigência do regime militar, uma versão dirigida por Ademar Guerra e estrelada pelos então jovens Antônio Fagundes, Ney Latorraca e Sônia Braga só estreou após intensa negociação entre os produtores e a Censura Federal – os atores podiam aparecer nus, mas imóveis e uma única vez, durante no máximo um minuto.

Assinada pela dupla Charles Moeller (direção) e Cláudio Botelho (adaptação), a vibrante e luxuosa montagem em cartaz captura e expressa a carga emocional do roteiro, valorizando o drama, sem perder a alegria e o encanto, de uma história ambientada em Nova York durante a guerra do Vietnã, a descoberta do amor livre e experiências com LSD. O estilo de vida hippie é retratado não como um quadro amarelado, mas como tradução de um ideário. A competência com que Moeller e Botelho abordam o musical tem o visível amparo de uma ótima equipe técnica. Responsável pela cenografia, uma estrutura de ferro com hélices e pé direito alto, Rogério Falcão teceu um ambiente psicodélico que lembra uma fábrica ou galpão abandonado. A inspirada iluminação de Paulo César Medeiros valoriza tanto o conjunto como os detalhes. Marcelo Pies criou um figurino cheio de cores vivas, que abusa de acessórios de época, revelando pesquisa apurada. Elétrica, a coreografia de Alonso Barros é movimentada e persuasiva. Na direção musical e regência da afinada orquestra, Marcelo Castro desenha a consistente moldura sonora.

O mesmo rigor é observado na seleção dos belos intérpretes, preparados para atuar, cantar e dançar, o que fazem com vigor, energia e motivação. Tipos e personagens estão plenamente ajustados e sintonizados. Embora a força do grupo prevaleça, é preciso destacar os protagonistas. Hugo Bonemer, que faz Claude, o hippie alistado para a guerra do Vietnã, compõe com charme e habilidade esse personagem dividido entre a tribo e as pressões familiares – ele se destaca na cena em que, embalado pelo ácido, canta I Got Life (Tenho Mais Vida). Líder do grupo e principal contestador da convocação do amigo, Fernando Rocha dá vida a Berger com ímpeto e virilidade. Na pele da grávida Jeanie, Kiara Sasso foge da caricatura e imprime graça e humor ao papel – recentemente vista em Mamma Mia!, é uma das atrizes mais bem aquinhoadas do cenário musical brasileiro. De bela voz, Carol Puntel mergulha de forma sensível no corpo da idealista Sheila. Reynaldo Machado talha Hud , de perfil black power, com autoridade. Como a hipócrita Margaret Mead, que observa os hippies como se visitasse um zoológico, Davi Guilherme brilha ao executar My Conviction (Estou Convicta). Aplaudida no solo Frank Mills, Estrela Blanco incorpora a adorável Crissy e é um talento a se acompanhar. Juliana Peppi, a Dionne, arrebata ao final do espetáculo, ao soltar o vozeirão que demarca a interpretação coletiva de Let the Sunshine in (Deixe o Sol Entrar). Há quem encare a montagem como datada, desdenhando do fato de que a mensagem de liberdade e tolerância da peça não perdeu sua validade. A estética hippie até foi parar nas butiques da moda, porém ainda desafiamos e repudiamos o autoritarismo, a hipocrisia e as arbitrariedades. Com sua doutrina de paz e amor, o texto tem um apelo que transcende épocas e a passagem do tempo só reafirmou a sua importância. A liberdade não é mais um jeans rasgado, mas ainda veste bem.

(Vinicio Angelici - viniange@ig.com.br)


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