Artista! Atriz, cantora, dubladora, e até um pouco bailarina. ehehhehehe Enfim, só para dividir um pouquinho da minha vida...
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Kiara Sasso no programa Vitrine da Tv Cultura

Assistam Kiara Sasso mostrando algumas curiosidades de seu camarim ao dar entrevista para o programa Vitrine da TV Cultura e cantando com as dinamos Andrezza Massei e Rachel Ripani. E veja também parte do aquecimento vocal do elenco e quais as músicas do Abba que os três pais do musical, Saulo Vasconcelos, Cleto Baccic e Carlos Arruza, mais gostam. Acompanhe.

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Assista Mamma Mia! com 15% de desconto

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Video de Kiara Sasso no programa da Hebe

Não assistiu Kiara Sasso no programa da Hebe Camargo que foi ao ar no último dia 05.04.2011? Então, veja agora o elenco de Mamma Mia! cantando e dançando hits do Abba e a entrevista de Kiara e Pati Amoroso com a apresentadora.

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Versão de MAMMA MIA! surpreende!


Rachel Ripani, Kiara Sasso e Andrezza Massei
A banda ABBA em seus anos dourados não imaginaria que suas canções poderiam contar a história de uma jovem que, às vésperas de seu casamento, convida três homens que fazem parte do passado de sua mãe para descobrir qual dos três é seu pai.

A história parece simples, mas quando contada através dos hits do ABBA faz do Mamma Mia! um dos espetáculos musicais de maior sucesso no mundo, ganhando inclusive uma versão em filme com Meryl Streep no papel de Donna, a mãe.

Gosto muito de musicais e já tive a oportunidade de ver Mamma Mia! na Broadway, em Nova York. Quando soube que fariam uma versão brasileira do espetáculo confesso que fiquei receosa. Imaginei traduções como “Mamma Mia, lá vou eu de novo. Como posso resistir a você?” ou “você é a rainha da dança, jovem e doce, apenas dezessete anos”. O medo de que as músicas do ABBA fossem assassinadas e mutiladas no palco do Teatro Abril tomou conta de mim.

Eis que tive uma agradável surpresa: as versões em português não só estão super fieis às letras originais como bonitas e nem um pouco bizarras. Muitos também criticaram a escolha de Kiara Sasso para o papel de Donna, por ser muito jovem. Puro preconceito, porque ela banca a responsabilidade com estilo e seu papel está bastante convincente.

Um dos destaques do espetáculo é sem dúvida a dupla dinâmica Tanya (Rachel Ripani) e Rosie (Andrezza Massei), as amigas de Donna. O público racha de rir com as palhaçadas das duas e é visível o quanto elas estão realmente se divertindo em cena.

O ponto alto, no entanto, fica para a seqüência das músicas Slipping Through My Fingers e The Winner Takes It All, interpretadas por Kiara, que arrancam lágrimas dos mais emotivos na platéia.

Saldo final: positivo. Recomendo e acredito que devemos incentivar essas versões brasileiras dos musicais, como já vimos em A Bela e A Fera, Miss Saigon, O Fantasma da Ópera e outros, já que são produtos de extrema qualidade e algo a que, por muito tempo, não tivemos acesso.

E, pra quem possui cartão MasterCard®, fica uma ótima dica: usando seu cartão nas compras por internet ou telefone, além de não perder tempo com a entrega, você terá uma entrada exclusiva no local do show sem fila e, o melhor, o próprio MasterCard® vira o ingresso.


Mamma Mia!

Dias e Horários:

Quartas, Quintas e Sextas, às 21h; Sábados às 17h e 21h; Domingos, às 16h e 20h.

Duração do espetáculo:

2h40 (com intervalo de 20 minutos)

Classificação etária indicativa:

Livre - Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsável legal.

Preço:

Ingressos de R$ 80,00 a R$ 250,00

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Kiara Sasso: a voz dos musicais brasileiros


Em cartaz com o espetáculo "Mamma Mia", a atriz está em quase todas!

A pessoa certa, o tipo certo, na hora certa. O principal produtor de musicais no Brasil, Claudio Botelho (da Botelho e Möeller), não polpa elogios para definir o trabalho de Kiara Sasso. A atriz embarcou na enorme onda de produções abrasileiradas de espetáculos da Broadway, protagonizando entre outros “A Bela e a Fera” e “O Fantasma da Ópera”.

Atualmente, a carioca criada nos Estados Unidos, interpreta Donna, a mãe-solteira de “Mamma Mia”. A paixão pelos musicais começou ainda pequena, quando em Los Angeles ela frequentava algumas peças com a família. “Tinha 11 anos quando vi ‘O Fantasma da Ópera’ lá e me apaixonei pelo gênero”, conta.

Antes disso, aos oito, Kiara já fazia aulas de teatro na escola e participava de seriados. Ainda não era certo, mas tudo apontava para o futuro nos palcos.

Com 14 ela voltou a morar no Brasil e na cidade natal fez seu primeiro espetáculo, “Banana Split”. Em seguida veio a primeira parceria com Claudio Botelho e Charles Möeller no espetáculo Off-Broadway, “Os Fantástikos”. “Aí não parei mais. Voltei para Los Angeles e fiz faculdade de teatro musical (na Faculdade Santa Mônica)”. No hemisfério norte aprendeu o rigor e técnica de como fazer um bom espetáculo.

Nesse processo de vai-e-vem entre Brasil e Estados Unidos, a filha de italiano trocou o Chiara pelo Kiara para melhorar pronuncia seja em inglês, português ou italiano. Para Claudio Botelho, o importante é que ela “nasceu pra fazer musicais. Tem a voz, o jeito, a embocadura, o físico e a disciplina que o musical exige. Há poucas atrizes e cantoras tão preparadas quanto a Kiara”. A voz doce rende também um trabalho como dubladora de desenhos da Disney, como Ariel de “A Pequena Sereia I e II”, “Cinderela I e II” e “O Natal Encantado”.

Precisão é o seu forte. Quem já assistiu há alguns espetáculos nos quais protagonizou, como os mais recentes “Miss Saigon” e “Jekyll & Hyde – O Médico e o monstro”, nota o rigor em suas personagens. Em “Mamma Mia”, Kiara tem o desafio maior em interpretação e para não quebrar a magia da personagem, a atriz não revela a idade -- o camarim, contudo, é recheado de objetos cor-de-rosa, sua cor predileta. “Não conto, porque já sou nova para este papel (Donna) e o pessoal me enche o saco com isso! Nos Estados Unidos nunca se pergunta a idade ao ator e o ator nunca conta, exatamente para não interferir no papel”.

É justamente esse desafio de unir canto, interpretação e dança que a encanta no gênero. “As pessoas ouvem o CD de um grande cantor e se tocam. Assistem a um grande espetáculo de ballet e se tocam. Veem uma linda interpretação e se emocionam. Agora imagina colocar essas três coisas juntas? Por isso o musical é uma forma tão específica de arte e chega tanto à plateia. Tem tudo”.


Para conseguir completar a maratona semanal de sete espetáculos, sendo duas sessões no sábado e duas no domingo, Kiara segue a rotina de academia, fisioterapia, aulas de canto e dança. Em “Mamma Mia” a performance final exige ainda um outro tipo de presença de palco, já que a peça vira um show com as músicas de ABBA. Um deleite para a geração 70/80. Botelho dá a dica: “A interpretação dela de ‘The Winner Takes It All’ por si só já vale o ingresso”.

Como este musical ficará em cartaz por tempo indeterminado, Kiara não sabe o que virá ainda este ano. Apesar de já ter feito cinema (“Dores e Amores”, de Ricardo Pinto e Silva), a atriz não pretende abandonar “a magia dos musicais” tão cedo.

Colherada Cultural

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Kiara Sasso nos blogs por Mariana Franconeti

As músicas do grupo sueco ABBA são atemporais. Mesmo animando as décadas de 70 e 80, vê-las, hoje, na peça Mamma Mia aqui no Brasil, é uma maneira de dar nova vida às músicas que já têm muita vivacidade e o ímpeto de colorir a Grécia do enredo.

A peça conta a história de Sophie, uma jovem que está prestes a se casar com vinte anos. O sonho da jovem, maravilhosamente interpretada por Pati Amoroso, é ser conduzida ao altar pelo pai, que ela desconhece. Então toma uma atitude: lê o diário da mãe, Donna, e convida os três possíveis pais, Sam, Harry e Bill. É o passado retornando para uma segunda chance.

A história mostra a separação entre pais e filhos, quando esses crescem e é preciso iniciar o próprio caminho. A busca de Sophie pelos pais é uma exploração dentro de si mesma. O fato de ser a Grécia o grande cenário do enredo só traz à tona a pergunta clássica que fazia parte da racionalidade dos filósofos gregos: “quem somos?”. E o nome da garota, Sophie, é a herança dessa sabedoria que a Grécia representa.

Kiara Sasso consegue recriar a personagem à sua maneira com tanta leveza que se esquece a comparação com o trabalho de Meryl Streep, no filme. Ambas foram muito competentes ao acrescentar características únicas à Donna. A personagem se esforça ao assumir o papel de família para a filha durante toda a vida, mostra as fraquezas que deseja ocultar ao deparar-se com o crescimento da menina que embalara por tanto tempo. Não deseja que a filha cometa os mesmos erros que ela, Donna, tenta guardar dentro da mala, com os pertences do grupo Dínamos ao qual pertencera.

Saulo Vasconcelos mostra uma outra faceta de sua atuação assumindo a leveza presente em Mamma Mia, com o personagem Sam. Para quem o viu como o sisudo Capitão Von Trapp em A Noviça Rebelde ou no dramático O Fantasma da Ópera, surpreende-se ao vê-lo com a “cara limpa” (sem máscaras e adereços) e figurino simples, dançando ao som de ABBA. A presença do ator no palco chama atenção e emociona ao cantar S.O.S., enriquecendo ainda mais a admirável carreira do ator.

O elenco é excepcional ao conduzir o humor da peça, o tom acelerado dessa busca pela verdade que Sophie tem e que Donna também enfrenta. A atriz Pati Amoroso cativa o espectador e contempla sua personagem com muita maturidade e carinho, pois nota-se a dedicação que tem ao interpretá-la.

Assistir à peça é presenciar uma obra-prima divertida, um musical com grande toque brasileiro. Consegue promover uma releitura das músicas do ABBA tão conhecidas, sendo a força motriz do musical, que mais parece um sonho. “Uma canção para cantar, que me ajuda a enfrentar qualquer coisa”, como diria I have a dream.
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