Artista! Atriz, cantora, dubladora, e até um pouco bailarina. ehehhehehe Enfim, só para dividir um pouquinho da minha vida...
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BandNews FM prepara transmissões especiais para São Paulo

Repetindo o planejamento de anos anteriores, a BandNews FM 96.9 de São Paulo vai realizar transmissões especiais direto do Mercado Municipal para marcar o aniversário da capital paulista (25 de janeiro, data que inclusive é feriado local). A cidade de São Paulo completa 458 anos e parte das emissoras jornalísticas da cidade dedicam ações especiais relacionadas ao aniversário da megalópole brasileira. As transmissões da BandNews a partir do mercado foram iniciadas no último sábado através de uma estrutura especial montada no local.

Desde o dia 21 (sábado passado) o âncora Eduardo Barão fala ao vivo do estúdio da emissora montado no "Mercadão", onde receberá convidados especiais. Entre eles estão os atores Danton Melo e Carlos Moreno, os humoristas Paulo Bonfá, Marcelo Mansfield e Danilo Gentili, as atrizes Kiara Sasso e Jacqueline Dallabona, o narrador Dirceu Marchioli, o apresentador esportivo Milton Neves e o âncora Ricardo Boechat. Esse especial pode ser acompanhado pelos ouvintes presentes no local, indo ao ar entre 12h00 e 14h00 nos 96.9 FM de São Paulo.

As transmissões foram iniciadas no sábado (21) e também marcaram a grade da rádio no domingo (22). As transmissões seguem diariamente até quarta-feira (25), dia do aniversário da cidade. Parte desse especial poderá ser acompanhado a partir das demais rádios que integram a rede nacional da marca BandNews, são elas: 94.9 FM do Rio de Janeiro, 106.7 FM de Campinas, 89.5 FM de Belo Horizonte, 96.3 FM de Curitiba, 90.5 FM de Brasília, 96.7 FM de Ribeirão Preto, 99.3 FM de Porto Alegre e 99.1 FM de Salvador.

Recentemente o Tudo Rádio noticiou as comemorações do aniversário da Capital AM 1040 que acontecerá no mesmo dia do aniversário de São Paulo. Rádios como Jovem Pan AM 620, CBN AM 780 FM 90.5, Bandeirantes AM 840 FM 90.9 e Estadão ESPN FM 92.9 AM 700 também estão com peças/chamadas e quadros especiais voltados ao aniversário da capital paulista, além de uma grade especial no dia 25 de janeiro.

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HIPPIE DE APLIQUE. Cabeleira anos 60 dos personagens do musical 'Hair' é resultado de perucas e muito mega-hair

Cabeleira anos 60 dos personagens do musical ‘Hair’ é resultado de perucas e muito mega-hair
 
 
MÔNICA BERGAM0
 
 
Não é muito fácil ser hippie de musical em 2012. Ainda mais perto do Carnaval. Não por causa da procura por adereços, mas sim porque falta cabelo.
 
“Não achávamos fios naturais crespos para comprar para as atrizes negras. As passistas das escolas de samba já tinham reservado os estoques de quase todas as lojas de cabelo do Rio e de SP”, diz Mel Mesquita, gerente de produção da Aventura, realizadora da versão brasileira de “Hair” [cabelo, em inglês].
 
Às vésperas da estreia, no dia 13, no Teatro Frei Caneca, ela teve que implorar para que uma vendedora conseguisse a cabeleira. “Expliquei a situação e ela ‘roubou’ o cabelo que estava reservado para uma passista lá do Rio. Pagamos R$ 2.000 por 600 gramas de fios”, diz à repórter Lígia Mesquita.
 
O mais de meio quilo de cabelo se transformou em dois mega-hairs que foram trançados ao couro cabeludo das atrizes Juliana Peppi, 28, e Jennifer Nascimento, 18, num processo que levou 12 horas para ficar pronto.
 
Entre os 30 atores do espetáculo dirigido por Charles Möeller e Claudio Botelho, só 11 exibem longas madeixas naturais. Outros 11 colocaram mega-hair, um usa aplique e sete, perucas.
 
Todos os atores que alongaram as madeixas contam que sofreram e que o processo foi dolorido. Kiara Sasso, 32, uma das protagonistas, diz que “queria morrer” na primeira semana com o mega-hair. “Não dava pra dormir, doía a cabeça.” Ela lembra que certa vez passou por uma turbulência em um voo e só pensava: “Não quero morrer com esse tanto de cola na minha cabeça”.
 
O ator com ascendência japonesa Bruno Kimura, 30, de mega-hair, entra na sala onde fica a cabeleireira do espetáculo. Abre uma gaveta e coloca dentro algumas mechas de cabelo. “Todo dia a gente perde alguns fios. Aí guardamos aqui. No fim do mês, separamos qual mecha é de quem e vamos ao salão para colar de novo”, diz. Ele conta que o visual cabeludo provoca curiosidade nas pessoas. “Hoje, ninguém pensa: ‘Ah, esse cara é hippie’. Dizem: ‘Será que ele é algum lutador? Será que faz show como travesti?’.”
 
Reynaldo Machado, 21, cabeça raspada, se acomoda em uma cadeira para colocar a peruca estilo “black power”. É a única que não leva fios verdadeiros. “Meu cabelo cresce pouco e, quando cresce, dói. Cabelo duro, sabe como é que é.” O ator diz que a peruca é um fetiche para as mulheres. “Elas me acham mais gostoso.”
 
Se na cabeça o negócio é ter uma juba, no corpo os atores quase não têm pelos -bem diferente da estética hippie dos anos 60, em que mulheres deixavam as axilas e as virilhas cabeludas. Na famosa cena em que o elenco aparece nu no palco, nota-se a depilação em dia até em alguns homens.
 
O protagonista Hugo Bonemer, 24, primo de William Bonner, raspa o peito. “Meu personagem tem 18 anos e é polaco. Mas eu não quero falar disso [depilação].” Segundo ele, “na tribo do nosso musical tem pessoas que fazem referências reais aos hippies de 68. Mas também tem gente que malha, que se depila. O público paga caro para assistir e espera uma qualidade estética”.
 
“Muita gente questiona: ‘Ah, mas eu vi uma hippie depilada!’. Meu amor, se fosse realmente seguir o fundamento hippie, não teria luz no palco, não teria figurino, afinação. Isso aqui é um musical que fala dos hippies. Ninguém aqui é hippie”, afirma Reynaldo Machado. “Se é pra ser do jeito real, sem se depilar, a gente deveria estar nu, dançar na rua, se abraçar fedido. O ingresso custa caro [a partir de R$ 130].”
 
Kiara Sasso diz que não gostaria e nem poderia deixar o corpo peludo. “Fiz depilação a laser [ou definitiva].” E questiona: “No teatro é melhor ter alguém que cante bem ou que não fez depilação definitiva?”.
 
Para a atriz Carolina Puntel, 31, que tem os cabelos longos ruivos naturais, deixar ou não os pelos no corpo é “o de menos” em “Hair”. “O importante dessa peça é a mensagem de amor e de paz.”
 
 
Jornal Folha de São Paulo, domingo 22 de janeiro de 2012.
 
 
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Hair - O musical pré estreia

Antonio Carlos Gomes acompanhou a estréia para convidados do musical Hair em São Paulo no Teatro Frei Caneca. Mais de 40 anos se passaram desde a estreia de 'Hair' na Broadway. Ao retratar o nascimento do movimento cultural e comportamental dos anos 60 e 70, o musical se tornou um fenômeno e marcou época, tanto no exterior como em uma lendária versão nacional. Ele entrevista, Kiara Sasso, Simone Gutierrez, Tiago Abravanel, Hugo Bonemer, Claudio Botelho e muitos outros.

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Montagem de Hair em São Paulo surpreende e encanta fãs de musicais

O site MoellerBotelho postou ontem uma matéria com depoimentos de fãs sobre o espetáculo HAIR o qual esta em cartaz atualmente Kiara Sasso. Muitos dos que prestaram depoimentos falaram sobre Kiara, vejam!
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Resultado da promoção "Deixe um sol entrar"

E já temos o escolhido ganhador do par de ingressos  para assistir HAIR hoje na sessão das 21:30h.

Muitas respostas lindas e pessoas muito criativas, mas, somente uma poderia ser a escolhida e por isso a demora do resultado, muitas dúvidas. Então, muito obrigado a todos que participaram.

E assim, temos o prazer de anunciar que a frase ganhadora foi:

"Arriscar novos horizontes, abraçar novas expectativas, enfrentar a realidade, buscar o impossível, sonhar com o inevitável, alcançar o sonho de uma vida. Tudo tem um caminho; curto, longo, difícil, impossível,devagar, rápido... Ter um destino, uma meta, uma certeza... de que em 2012 vou "DEIXAR O SOL ENTRAR". Me arriscar e quem sabe obter sucesso; uma nova historia, uma nova expectativa... q sábado seja so o começo... MUITA MERDA "HAIR"! Q A TEMPORADA SEJA MAIS DO QUE SE IMAGINA!"

by Matheus
Matheus em breve entraremos em contato. Fique ligado.
E muito obrigado para todos que se colocaram a participar vocês são demais.

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"Hair" aporta no tablado da capital paulista

Musical se consagrou como espelho e uma das principais referências do movimento cultural e comportamental que mudou o mundo nas décadas de 60 e 70

Por: Panorama Brasil

São Paulo

Em plena Guerra do Vietnã, o mundo conhecia as dores e as delícias de uma época sui generis: o amor livre, o rock psicodélico, a filosofia oriental, a descoberta de drogas como o LSD e o estilo de vida dos hippies. Por outro lado, assistia ao primeiro conflito internacional televisionado e se indignava com os horrores da segregação racial e sexual. Neste caldeirão de acontecimentos, "Hair" marcava sua  estreia em um pequeno teatro off-Broadway, em 1967.

Com a passagem do tempo, o musical se consagrou como espelho e uma das principais referências do movimento cultural e comportamental que mudou o mundo nas décadas de 60 e 70. Assinada por Charles Möeller e Claudio Botelho, a montagem brasileira aporta em São Paulo, nesta sexta-feira, no Teatro Frei Caneca, após ser vista por mais de 100 mil pessoas no Rio de Janeiro.

"'Ainda vivemos em guerra e os conflitos são muito parecidos e tão assustadores e sem sentido como o do Vietnã. Da mesma forma que ainda somos cheios de tabus e vivemos na intolerância. O grito de 'Hair' continua ecoando', justifica Charles Möeller, que ressalta ainda todas as rupturas promovidas pelo espetáculo original, com texto de Gerome Ragni e James Rado e música de Galt MacDermot. Entre as novidades, estavam a relação direta com a plateia, uma emblemática cena de nudez frontal, a ausência de cenário e de uma coreografia formal.

"Os autores estavam no lugar certo e na hora certa. Eles encenaram exatamente o que estavam vivendo, colocaram em letra e música aquilo que todos queriam falar. Não fizeram um musical, mas o manifesto de toda uma geração. Canções como 'Aquarius' viraram hinos até hoje", explica Claudio Botelho. Segundo ele, a música é um dos fatores determinantes para a empatia do espetáculo com a plateia. A comunicação imediata é garantida pela mistura do rock — a principal voz dos jovens na época —  com diversas sonoridades, como a música negra, que ainda não era divulgada para as massas, mantras orientais, letras psicodélicas e influências de música tribal.

Elenco primordial

No palco, os atores são os instrumentos responsáveis por esta comunhão com o público. Através de cenas curtas, os personagens – integrantes de uma 'tribo' de hippies de Nova York — apresentam suas personalidades distintas, seus dilemas e seu peculiar estilo de vida. O coletivo é sempre destacado em cena, ainda que a trama principal gire em torno de Claude (Hugo Bonemer), jovem convocado para a Guerra do Vietnã, seu amigo Berger (Fernando Rocha), uma espécie de líder da tribo, a grávida Jeanie (Kiara Sasso) e a idealista Sheila (Carol Puntel). "O personagem principal da peça é a tribo", analisa Charles.

Chegar aos 30 eleitos para compor esta 'tribo' não foi uma tarefa fácil.  Charles Möeller, Claudio Botelho, a coordenadora artística Tina Salles, a produtora de elenco Marcela Altberg, a produtora Aniela Jordan e o diretor musical Marcelo Castro se depararam com mais de cinco mil inscrições para os testes, um recorde absoluto. Depois de uma primeira seleção, eles fizeram 700 audições, em um processo que durou três semanas. "É impressionante observar como a qualidade das audições aumentou em pouco tempo. Há sete anos, quando começamos a fazer testes, apenas 15% dos inscritos eram bons. Em 'Hair', mais de 85% foram excelentes, nunca vi nada igual. Acredito que o grande diferencial desta montagem será a força do elenco", afirma Aniela Jordan, diretora executiva e sócia da Aventura Entretenimento.

Sempre atual

Até hoje, um espetáculo da Broadway leva um certo tempo para ser encenado em outros países. Como mais uma prova do fenômeno coletivo que é "Hair", o musical estreava no Brasil em outubro de 1969. Depois de uma complicada negociação de direitos com os autores americanos e com a censura brasileira, a montagem – dirigida por Ademar Guerra – repetiu o sucesso e causou enorme polêmica na época, menos de um ano após a publicação do AI-5.

As apresentações repercutiam em todo o país e impulsionaram a carreira de artistas como a estreante Sonia Braga. Ao longo da temporada, que durou até 1972, nomes consagrados se revezaram nos elencos, como Antonio Fagundes, Nuno Leal Maia, Aracy Balabanian, Armando Bogus, Ariclê Perez e Ney Latorraca.

Depois de assistir a remontagem da diretora Diane Paulus em Nova York;  Charles Möeller e Claudio Botelho concordaram que era a hora de enfrentar o desafio, dar a visão da dupla para o musical e trazer o mito do espetáculo de volta ao Brasil.  "Vendo a peça, a gente percebe como a juventude é parecida, em todas as épocas. O tempo é muito curto e transitório. Por isso mesmo, o musical continua moderno e, mais do que isso, intenso", conclui Charles.

Serviço:

Hair — Teatro Frei Caneca, a R.Frei Caneca, 569 (Shopping Frei Caneca). Ingressos: de R$ 130 a R$ 160. Informações: (11) 3472-2226

 

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Espetáculo Hair volta aos palcos em São Paulo

Vejam na reportagem do Jornal Hoje os bastidores do musical HAIR e entrevista com os diretores e atores do musical.

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