Artista! Atriz, cantora, dubladora, e até um pouco bailarina. ehehhehehe Enfim, só para dividir um pouquinho da minha vida...
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HAIR NA TV GAZETA

Nas décadas de 60 e 70 em meio ao surgimento da filosofia "paz e amor" sustentada pelo movimento hippie, acontecia também o primeiro conflito internacional televisionado: a Guerra do Vietnã. A trama do musical Hair baseia-se exatamente nisso. O espetáculo retrata a luta dos hippies a partir do movimento de contracultura dos anos 60.
A luta contra o nacionalismo, a guerra e os valores tradicionais americanos e a busca por um ideal. Em 67, ao estrear em um pequeno teatro off-Broadway, o musical "Hair" não demorou muito para se tornar um fenômeno mundial.

Kiara Sasso, Carol Puntel e elenco dando entrevistas sobre o musical e falando sobre a história da época.


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Espetáculo Hair volta aos palcos em São Paulo

Vejam na reportagem do Jornal Hoje os bastidores do musical HAIR e entrevista com os diretores e atores do musical.

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Promoção “Deixe o sol entrar no próximo sábado com Kiara Sasso”.


Visto por mais de 100 mil pessoas no Rio, Hair aporta em São Paulo como o primeiro grande musical do ano. Assinada pela dupla Charles Moeller e Claudio Botelho, a obra é um símbolo da revolução comportamental dos anos 1960, então, que tal deixar o sol entrar no próximo sábado assistindo o musical HAIR como o convidado(a) de Kiara Sasso?

É só participar da promoção “Deixe o sol entrar no próximo sábado com Kiara Sasso”. Deixe uma mensagem nesse post como comentário respondendo a seguinte pergunta:

 Porque você quer deixar o sol entrar no próximo sábado?

A pessoa que elaborar a melhor frase levará um par de ingressos para o próximo sábado, 14.01.2012, para assistir a sessão das 21:30h no teatro Frei Caneca. Lembrando que as mensagens podem ser deixadas até o dia 13 às 12h no blog e elas NÃO SERÃO PUBLICADAS até o final da promoção. O resultado sairá também no dia 13 no período da noite.

Importante: deixe um meio de contato e Boa Sorte!!
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A ERA DE AQUARIUS




Visto por mais de 100 mil pessoas no Rio, Hair aporta em São Paulo como o primeiro grande musical do ano. Assinada pela onipresente dupla Charles Moeller e Claudio Botelho, a obra é um símbolo da revolução comportamental dos anos 1960. O amor livre, a cultura hippie, os horrores da Guerra do Vietnã: todos são ingredientes da trama, que foi vista pela primeira vez em 1967, em um teatro off-Broadway, e logo ganhou o mundo. Na versão brasileira, Kiara Sasso está entre os protagonistas.

HAIR

Quando: De 13/1 a 29/4. Onde: Teatro Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569, telefone 3472-2226. Quanto: R$ 130/ R$ 160.

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Após ser visto por mais de cem mil pessoas, musical "Hair" estreia em São Paulo na próxima sexta (13)





Na próxima sexta-feira (13) chegará aos palcos de São Paulo o musical "Hair", versão brasileira criada por Charles Möeller e Claudio Botelho para a peça . O espetáculo ocupará o Teatro Frei Caneca após ter sido visto por mais de cem mil pessoas no Rio de Janeiro. "Hair" estreou pela primeira vez em 1967 em um pequeno teatro off-Broadway. A trama gira em torno de Claude (Hugo Bonemer), jovem convocado para a Guerra do Vietnã, seu amigo Berger (Fernando Rocha), uma espécie de líder da tribo, a grávida Jeanie (Kiara Sasso) e a idealista Sheila (Carol Puntel).

"Ainda vivemos em guerra e os conflitos são muito parecidos e tão assustadores e sem sentido como o do Vietnã. Da mesma forma que ainda somos cheios de tabus e vivemos na intolerância. O grito de 'Hair' continua ecoando", justifica Charles Möeller, que ressalta ainda todas as rupturas promovidas pelo espetáculo original, com texto de Gerome Ragni e James Rado e música de Galt MacDermot.

"Os autores estavam no lugar certo e na hora certa. Eles encenaram exatamente o que estavam vivendo, colocaram em letra e música aquilo que todos queriam falar. Não fizeram um musical, mas o manifesto de toda uma geração. Canções como 'Aquarius' viraram hinos até hoje", explica Claudio Botelho. Para ele, a música é um dos fatores determinantes para a empatia do espetáculo com a plateia.

A primeira versão de "Hair" estreou no Brasil em outubro de 1969. As apresentações repercutiam em todo o país e impulsionaram a carreira de artistas como a estreante Sonia Braga.

Uma "tribo" em cena

No palco, 30 atores dão vida a tribo de jovens americanos. Para chegar ao elenco foram um total de 700 audições com mais de cinco mil inscrições. "É impressionante observar como a qualidade das audições aumentou em pouco tempo. Há sete anos, quando começamos a fazer testes, apenas 15% dos inscritos eram bons. Em ‘Hair’, mais de 85% foram excelentes, nunca vi nada igual. Acredito que o grande diferencial desta montagem será a força do elenco", afirma Aniela Jordan, diretora executiva e sócia da Aventura Entretenimento.

SERVIÇO:
Estreia dia 13 de janeiro
Temporada de 13 de janeiro a 29 de abril
Teatro Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca, 6º andar
Tel: (11) 3472-2226 / 2229-2230
Quintas, às 21h. Sextas, às 21h30. Sábados, às 18h e 21h30. Domingos, às 18h.
Ingressos: R$130 (qui / sex) e R$ 160 (sáb / dom)
Foto: MoellerBotelho
Texto: UOL 1 comentários

Kiara Sasso deixa o sol entrar em 2012


Com estreia Off-Broadway em 17 de outubro de 1967 e atualmente em cartaz nos EUA, HAIR é um popular em audiência. HAIR chegou ao Brasil através da produção de Charles Moeller e Claudio Botelho com um elenco super afinado na cidade do Rio de Janeiro em 05 de novembro de 2010 cantando canções como Let The Sun Shine In.

No elenco carioca nomes como Hugo Bonemer (Claude), Igor Rickli (Berger), Carolina Puntel (Sheila), Leticia Colin (Jeanie), Marcel Octavio (Woof), Karin Hils (Dionne), Tatih Köhler (Crissy) faziam a plateia se emocionar e só darem elogios ao musical e ao elenco.

Agora, HAIR esta previsto para estrear em janeiro na cidade de São Paulo e com alguns novos integrantes no elenco entre eles Kiara Sasso, aclamada como a atriz de nome com maior peso no teatro musical brasileiro e atualmente em cartaz como Donna no musical Mamma Mia.



A temporada de Mamma Mia que termina em 18 de dezembro de 2011 não deixará Kiara praticamente nem um mês longe dos palcos já que a estréia de HAIR esta prevista para 13 de janeiro de 2012 no Teatro Frei Caneca.




Kiara começa a partir de hoje, 16.11.2011, conciliar as apresentações de Mamma Mia com os ensaios do musical HAIR, no qual, sua personagem será Jeanie uma jovem hippie grávida que não sabe quem é o pai de seu filho, mas que ainda assim luta pelas causas políticas da época.

Então, “deixe o sol entrar”.

E não percam HAIR com Kiara Sasso e grande elenco a partir de 13 de janeiro no Teatro Frei Caneca em São Paulo.

Em breve mais novidades!! Aguardem!!
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Broadway Brasileira: A vinda de Mamma Mia! e Hair





Em meados de novembro, as duas cidades consideradas os maiores pólos culturais do país, São Paulo e Rio de Janeiro, apresentam ao público dois grandes sucessos do teatro musical mundial: Hair, na cidade carioca, caracterizado pela imersão no mundo e na ideologia Hippie, e Mamma Mia!, em São Paulo, um musical alegre e descontraído criado a partir de musicas do grupo sueco ABBA, como “Dancing Queen” e a própria musica que dá nome ao espetáculo.

Ambos os musicais são considerados grandes clássicos da Broadway, e, como quase todos os clássicos, possuem custos de produção caríssimas, tornando-se um chamativo pela própria qualidade do cenário, dos figurinos, da orquestra, dos atores e dos efeitos visuais. Afinal, não há alguém que nunca tenha ouvido falar na singularidade das produções dos musicais de Nova York e Londres.

Mas o grande atrativo de um musical do porte de Mamma Mia! e Hair é a própria singularidade da história e das musicas. Mamma Mia! se passa em uma ilha na Grécia e conta a história de Sophie - interpretada por Pati Amaroso -, uma garota que está prestes a se casar e decide bisbilhotar o diário da mãe para descobrir o paradeiro do pai que ela nunca conheceu; acontece que sua mãe, Donna – interpretada pela já conhecida no mundo dos musicais brasileiros Kiara Sasso -, relacionou-se com três homens na mesma época. Sophie então decide convidar para o seu casamento os três “supostos pais”, para descobrir quem é seu verdadeiro pai.

A trama é temperada com 23 musicas do ABBA, que na versão original se encaixam tão perfeitamente com o enredo que até parece que as musicas foram feitas especialmente para o musical. Na versão brasileira, porém, as canções tiveram que ser traduzidas, para que fosse preservado o enredo e a ideia de aproximar o espectador aos personagens daquela família a partir das letras. “Os criadores originais deixaram bem claro desde o começo que não queriam que o musical se tornasse um Tributo ao ABBA, mas sim uma história que se utilizasse das musicas do grupo para ser contada”, comentam o diretores americanos Robert McQueen e David Holcenberg, convidados para ajudar na montagem paulistana. "A nossa idéia é fazer com que o público consiga se identificar com os personagens e, para isso, é necessário que a letra seja compreendida." E apesar do temor de muitos de que as letras em português não ficassem tão boas quanto as originais, quem for conferir a peça vai perceber que a tradução ficou muito boa e agradável aos ouvidos.

O tradutor das musicas do grupo sueco, aliás, é o mesmo que traduziu as musicas da versão carioca de Hair: Cláudio Botelho, que junto com o diretor Charles Moeller ficou responsável pela direção e produção da peça que estreou no último dia 5. De acordo com Botelho, as musicas de Hair, compostas por Galt MacDermot, e as letras e texto, de James Rado e Jerome Ragni, são puramente psicodélicas, e por isso houve a decisão de conservar principalmente a sonoridade das palavras originais ao invés de se ter uma maior fidelidade da tradução. Mas não se pode dizer que músicas como “Deixe o Sol Entrar”, a tradução da famosa “Let The Sunshine In”, tenham deixado a desejar por causa disso. As versões brasileira, inclusive, acabaram se tornando fáceis de entrar na cabeça e fazer as pessoas cantarolar junto com os atores.

O musical Hair, em si, não é apenas uma história de um hippie que é convocado e “forçado” a servir o exército na Guerra do Vietnã. Hair é essencialmente uma celebração à ideologia hippie, tornando-a quase que uma pregação religiosa em prol de uma nova era de paz, amor e libertação de tabus – a Era de Aquário, como anuncia a musica que dá início ao espetáculo. A história da tribo hippie liderada pelo cabeludo Berger e pelo “novo cristo” Claude numa Nova York de 1968 se desenvolve de forma que a sua linearidade fique em segundo plano; os hippies cantam e pregam suas crenças com musicas independentes da trama, enquanto a história da convocação de Claude para a Guerra do Vietnã e de seus questionamentos sobre vida, morte e injustiças se desenrola de forma bem sutil no decorrer do espetáculo.




Mamma Mia e Hair também se utilizam de outra arte cênica fundamental: A dança. A coreógrafa Janet Rothermel, que chegou a trabalhar diretamente com a atriz Meryl Streep na produção do filme Mamma Mia!, afirma que nas coreografias do musical há movimentos de dança dos anos 70, 80 e 90, incluindo disco, hip hop e um toque de movimentação grega. Ela ainda diz que as coreografias daqui e de outros lugares do mundo nunca é a mesma que há em outra produção de outro lugar. “A diferença da qualidade de Mamma Mia aqui e em outros países é que aqui as pessoas têm muita energia e alegria no que fazem, o que conta muito para a peça. Os atores daqui são muito competentes.” Já com Hair, a idéia desde o princípio, quando o musical ainda estava estreando em NYC, era de a coreografia seguir um caminho mais improvisado e não decorado. Na adaptação brasileira, isso também existe, mas os movimentos também são estudados de forma a ser ter uma coreografia relativamente fixa e que apresentasse naturalidade.

Dança, cenário, letras e traduções são aspectos fundamentais que transformaram estes dois musicais duas peças raras. Entretanto, talvez o mais interessante destas peças que chegam ao Brasil é que a partir de elementos antigos, como as musicas do ABBA, que datam dos anos 70, e a ideologia hippie anti-guerra, do fim dos anos 60, foram criados dois musicais ainda assim extremamente atuais. As musicas do ABBA são conhecidas e adoradas mesmo pelas gerações mais novas, e a ideologia pacífica do Hippie até hoje traz discussões sobre até onde ainda vai a intolerância da sociedade e sua sustentação nos tabus. São principalmente esses elementos, antigos e ao mesmo tempo atuais, que fazem a ida a esses teatros tornar-se um evento imperdível.

Rodrigo Correa
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