Artista! Atriz, cantora, dubladora, e até um pouco bailarina. ehehhehehe Enfim, só para dividir um pouquinho da minha vida...
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BASTIDORES DE MAMMA MIA! no programa Manhã Maior

Confiram a parte 1 e 2 do programa Manhã Maior mostrando os Bastidores do Musical Mamma Mia!

Saulo Vasconcelos foi pego no 'pulo'  jogando Guitar Hero e ainda a preparação e detalhes de roupas e camarins de Kiara Sasso, Andrezza Massei, Rachel Ripani e Pati Amoroso, além de detalhes dos cenários.

 
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Feriado no Mamma Mia!!


No próximo feriado de 7 de setembro o musical Mamma Mia terá sessão extra às 17h.

Aproveite essa oportunidade e assista o músical número 1 da Broadway com
Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos e Pati Amoroso. Não Percam!!






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Kiara Sasso: a voz dos musicais brasileiros


Em cartaz com o espetáculo "Mamma Mia", a atriz está em quase todas!

A pessoa certa, o tipo certo, na hora certa. O principal produtor de musicais no Brasil, Claudio Botelho (da Botelho e Möeller), não polpa elogios para definir o trabalho de Kiara Sasso. A atriz embarcou na enorme onda de produções abrasileiradas de espetáculos da Broadway, protagonizando entre outros “A Bela e a Fera” e “O Fantasma da Ópera”.

Atualmente, a carioca criada nos Estados Unidos, interpreta Donna, a mãe-solteira de “Mamma Mia”. A paixão pelos musicais começou ainda pequena, quando em Los Angeles ela frequentava algumas peças com a família. “Tinha 11 anos quando vi ‘O Fantasma da Ópera’ lá e me apaixonei pelo gênero”, conta.

Antes disso, aos oito, Kiara já fazia aulas de teatro na escola e participava de seriados. Ainda não era certo, mas tudo apontava para o futuro nos palcos.

Com 14 ela voltou a morar no Brasil e na cidade natal fez seu primeiro espetáculo, “Banana Split”. Em seguida veio a primeira parceria com Claudio Botelho e Charles Möeller no espetáculo Off-Broadway, “Os Fantástikos”. “Aí não parei mais. Voltei para Los Angeles e fiz faculdade de teatro musical (na Faculdade Santa Mônica)”. No hemisfério norte aprendeu o rigor e técnica de como fazer um bom espetáculo.

Nesse processo de vai-e-vem entre Brasil e Estados Unidos, a filha de italiano trocou o Chiara pelo Kiara para melhorar pronuncia seja em inglês, português ou italiano. Para Claudio Botelho, o importante é que ela “nasceu pra fazer musicais. Tem a voz, o jeito, a embocadura, o físico e a disciplina que o musical exige. Há poucas atrizes e cantoras tão preparadas quanto a Kiara”. A voz doce rende também um trabalho como dubladora de desenhos da Disney, como Ariel de “A Pequena Sereia I e II”, “Cinderela I e II” e “O Natal Encantado”.

Precisão é o seu forte. Quem já assistiu há alguns espetáculos nos quais protagonizou, como os mais recentes “Miss Saigon” e “Jekyll & Hyde – O Médico e o monstro”, nota o rigor em suas personagens. Em “Mamma Mia”, Kiara tem o desafio maior em interpretação e para não quebrar a magia da personagem, a atriz não revela a idade -- o camarim, contudo, é recheado de objetos cor-de-rosa, sua cor predileta. “Não conto, porque já sou nova para este papel (Donna) e o pessoal me enche o saco com isso! Nos Estados Unidos nunca se pergunta a idade ao ator e o ator nunca conta, exatamente para não interferir no papel”.

É justamente esse desafio de unir canto, interpretação e dança que a encanta no gênero. “As pessoas ouvem o CD de um grande cantor e se tocam. Assistem a um grande espetáculo de ballet e se tocam. Veem uma linda interpretação e se emocionam. Agora imagina colocar essas três coisas juntas? Por isso o musical é uma forma tão específica de arte e chega tanto à plateia. Tem tudo”.


Para conseguir completar a maratona semanal de sete espetáculos, sendo duas sessões no sábado e duas no domingo, Kiara segue a rotina de academia, fisioterapia, aulas de canto e dança. Em “Mamma Mia” a performance final exige ainda um outro tipo de presença de palco, já que a peça vira um show com as músicas de ABBA. Um deleite para a geração 70/80. Botelho dá a dica: “A interpretação dela de ‘The Winner Takes It All’ por si só já vale o ingresso”.

Como este musical ficará em cartaz por tempo indeterminado, Kiara não sabe o que virá ainda este ano. Apesar de já ter feito cinema (“Dores e Amores”, de Ricardo Pinto e Silva), a atriz não pretende abandonar “a magia dos musicais” tão cedo.

Colherada Cultural

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Kiara Sasso nos blogs por Mariana Franconeti

As músicas do grupo sueco ABBA são atemporais. Mesmo animando as décadas de 70 e 80, vê-las, hoje, na peça Mamma Mia aqui no Brasil, é uma maneira de dar nova vida às músicas que já têm muita vivacidade e o ímpeto de colorir a Grécia do enredo.

A peça conta a história de Sophie, uma jovem que está prestes a se casar com vinte anos. O sonho da jovem, maravilhosamente interpretada por Pati Amoroso, é ser conduzida ao altar pelo pai, que ela desconhece. Então toma uma atitude: lê o diário da mãe, Donna, e convida os três possíveis pais, Sam, Harry e Bill. É o passado retornando para uma segunda chance.

A história mostra a separação entre pais e filhos, quando esses crescem e é preciso iniciar o próprio caminho. A busca de Sophie pelos pais é uma exploração dentro de si mesma. O fato de ser a Grécia o grande cenário do enredo só traz à tona a pergunta clássica que fazia parte da racionalidade dos filósofos gregos: “quem somos?”. E o nome da garota, Sophie, é a herança dessa sabedoria que a Grécia representa.

Kiara Sasso consegue recriar a personagem à sua maneira com tanta leveza que se esquece a comparação com o trabalho de Meryl Streep, no filme. Ambas foram muito competentes ao acrescentar características únicas à Donna. A personagem se esforça ao assumir o papel de família para a filha durante toda a vida, mostra as fraquezas que deseja ocultar ao deparar-se com o crescimento da menina que embalara por tanto tempo. Não deseja que a filha cometa os mesmos erros que ela, Donna, tenta guardar dentro da mala, com os pertences do grupo Dínamos ao qual pertencera.

Saulo Vasconcelos mostra uma outra faceta de sua atuação assumindo a leveza presente em Mamma Mia, com o personagem Sam. Para quem o viu como o sisudo Capitão Von Trapp em A Noviça Rebelde ou no dramático O Fantasma da Ópera, surpreende-se ao vê-lo com a “cara limpa” (sem máscaras e adereços) e figurino simples, dançando ao som de ABBA. A presença do ator no palco chama atenção e emociona ao cantar S.O.S., enriquecendo ainda mais a admirável carreira do ator.

O elenco é excepcional ao conduzir o humor da peça, o tom acelerado dessa busca pela verdade que Sophie tem e que Donna também enfrenta. A atriz Pati Amoroso cativa o espectador e contempla sua personagem com muita maturidade e carinho, pois nota-se a dedicação que tem ao interpretá-la.

Assistir à peça é presenciar uma obra-prima divertida, um musical com grande toque brasileiro. Consegue promover uma releitura das músicas do ABBA tão conhecidas, sendo a força motriz do musical, que mais parece um sonho. “Uma canção para cantar, que me ajuda a enfrentar qualquer coisa”, como diria I have a dream.
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Broadway Brasileira: A vinda de Mamma Mia! e Hair





Em meados de novembro, as duas cidades consideradas os maiores pólos culturais do país, São Paulo e Rio de Janeiro, apresentam ao público dois grandes sucessos do teatro musical mundial: Hair, na cidade carioca, caracterizado pela imersão no mundo e na ideologia Hippie, e Mamma Mia!, em São Paulo, um musical alegre e descontraído criado a partir de musicas do grupo sueco ABBA, como “Dancing Queen” e a própria musica que dá nome ao espetáculo.

Ambos os musicais são considerados grandes clássicos da Broadway, e, como quase todos os clássicos, possuem custos de produção caríssimas, tornando-se um chamativo pela própria qualidade do cenário, dos figurinos, da orquestra, dos atores e dos efeitos visuais. Afinal, não há alguém que nunca tenha ouvido falar na singularidade das produções dos musicais de Nova York e Londres.

Mas o grande atrativo de um musical do porte de Mamma Mia! e Hair é a própria singularidade da história e das musicas. Mamma Mia! se passa em uma ilha na Grécia e conta a história de Sophie - interpretada por Pati Amaroso -, uma garota que está prestes a se casar e decide bisbilhotar o diário da mãe para descobrir o paradeiro do pai que ela nunca conheceu; acontece que sua mãe, Donna – interpretada pela já conhecida no mundo dos musicais brasileiros Kiara Sasso -, relacionou-se com três homens na mesma época. Sophie então decide convidar para o seu casamento os três “supostos pais”, para descobrir quem é seu verdadeiro pai.

A trama é temperada com 23 musicas do ABBA, que na versão original se encaixam tão perfeitamente com o enredo que até parece que as musicas foram feitas especialmente para o musical. Na versão brasileira, porém, as canções tiveram que ser traduzidas, para que fosse preservado o enredo e a ideia de aproximar o espectador aos personagens daquela família a partir das letras. “Os criadores originais deixaram bem claro desde o começo que não queriam que o musical se tornasse um Tributo ao ABBA, mas sim uma história que se utilizasse das musicas do grupo para ser contada”, comentam o diretores americanos Robert McQueen e David Holcenberg, convidados para ajudar na montagem paulistana. "A nossa idéia é fazer com que o público consiga se identificar com os personagens e, para isso, é necessário que a letra seja compreendida." E apesar do temor de muitos de que as letras em português não ficassem tão boas quanto as originais, quem for conferir a peça vai perceber que a tradução ficou muito boa e agradável aos ouvidos.

O tradutor das musicas do grupo sueco, aliás, é o mesmo que traduziu as musicas da versão carioca de Hair: Cláudio Botelho, que junto com o diretor Charles Moeller ficou responsável pela direção e produção da peça que estreou no último dia 5. De acordo com Botelho, as musicas de Hair, compostas por Galt MacDermot, e as letras e texto, de James Rado e Jerome Ragni, são puramente psicodélicas, e por isso houve a decisão de conservar principalmente a sonoridade das palavras originais ao invés de se ter uma maior fidelidade da tradução. Mas não se pode dizer que músicas como “Deixe o Sol Entrar”, a tradução da famosa “Let The Sunshine In”, tenham deixado a desejar por causa disso. As versões brasileira, inclusive, acabaram se tornando fáceis de entrar na cabeça e fazer as pessoas cantarolar junto com os atores.

O musical Hair, em si, não é apenas uma história de um hippie que é convocado e “forçado” a servir o exército na Guerra do Vietnã. Hair é essencialmente uma celebração à ideologia hippie, tornando-a quase que uma pregação religiosa em prol de uma nova era de paz, amor e libertação de tabus – a Era de Aquário, como anuncia a musica que dá início ao espetáculo. A história da tribo hippie liderada pelo cabeludo Berger e pelo “novo cristo” Claude numa Nova York de 1968 se desenvolve de forma que a sua linearidade fique em segundo plano; os hippies cantam e pregam suas crenças com musicas independentes da trama, enquanto a história da convocação de Claude para a Guerra do Vietnã e de seus questionamentos sobre vida, morte e injustiças se desenrola de forma bem sutil no decorrer do espetáculo.




Mamma Mia e Hair também se utilizam de outra arte cênica fundamental: A dança. A coreógrafa Janet Rothermel, que chegou a trabalhar diretamente com a atriz Meryl Streep na produção do filme Mamma Mia!, afirma que nas coreografias do musical há movimentos de dança dos anos 70, 80 e 90, incluindo disco, hip hop e um toque de movimentação grega. Ela ainda diz que as coreografias daqui e de outros lugares do mundo nunca é a mesma que há em outra produção de outro lugar. “A diferença da qualidade de Mamma Mia aqui e em outros países é que aqui as pessoas têm muita energia e alegria no que fazem, o que conta muito para a peça. Os atores daqui são muito competentes.” Já com Hair, a idéia desde o princípio, quando o musical ainda estava estreando em NYC, era de a coreografia seguir um caminho mais improvisado e não decorado. Na adaptação brasileira, isso também existe, mas os movimentos também são estudados de forma a ser ter uma coreografia relativamente fixa e que apresentasse naturalidade.

Dança, cenário, letras e traduções são aspectos fundamentais que transformaram estes dois musicais duas peças raras. Entretanto, talvez o mais interessante destas peças que chegam ao Brasil é que a partir de elementos antigos, como as musicas do ABBA, que datam dos anos 70, e a ideologia hippie anti-guerra, do fim dos anos 60, foram criados dois musicais ainda assim extremamente atuais. As musicas do ABBA são conhecidas e adoradas mesmo pelas gerações mais novas, e a ideologia pacífica do Hippie até hoje traz discussões sobre até onde ainda vai a intolerância da sociedade e sua sustentação nos tabus. São principalmente esses elementos, antigos e ao mesmo tempo atuais, que fazem a ida a esses teatros tornar-se um evento imperdível.

Rodrigo Correa
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Mamma Mia, here I go again My my, how can I resist you?


Depois de uma excelente temporada em Jekyll & Hyde como Emma, mas com término marcado para o próximo dia 03.10.2010, Kiara Sasso segue o ano em cartaz no espetáculo Mamma Mia! Protagonizando o espetáculo, Kiara viverá a incrível Donna, proprietária de uma pequena pousada e mãe solteira da espirituosa Sophie, que vai casar. Donna precisa superar o fato de que irá ficar sozinha e convida duas amigas especiais para o casamento da filha, do tempo que era vocalista de uma banda chamada ‘Donna and the Dynamos’. Procurando conhecer a verdadeira identidade de seu pai, Sophie convida secretamente três homens especiais: Sam, Bill e Harry. O musical que é baseado em musicas do grupo ABBA e já foi visto por mais de 42 milhões de pessoas no mundo tem estreia prevista para o dia 11 de novembro de 2010 no Teatro Abril. Você não vai ficar de fora, vai?


Mamma Mia, here I go again My my, how can I resist you?
Para maiores informações acesse o site oficial do espetáculo:

http://www.musicalmammamia.com.br/index.php
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